Tuesday, October 07, 2008

A Bilú Teteia

Por cima da ribeira inclinava-se uma árvare, um coqueiro. SIDARTA encostou o ombro na madeira. Agarrando-se ao tronco, cravou os olhos nas verdes águas que corriam lá embaixo, sempre e sempre. Almejava de todo coração desprender-se, afogar-se naquele rio, em cuja superfície se espelhava um vazio tremendo, qual reflexo do pavoroso vazio da sua propria alma. Sim, ele, SIDARTA, estava no fim. Não se lhe descortinava outra solução que não a de extinguir-se a si mesmo, de quebrar o malogrado molde de sua existência, de jogar os cacos fora, bem longe, aos pés dos deusses que zombavam dele. Sentia que esse era o momento do grande vômito pelo qual ansiara: a morte, a dilapidação da forma odiada! Que os peixes devorassem o corpo de SIDARTA, desse cão, desse louco, que engolissem seu cadáver depravado, podre, essa alma langorosa... Quem lhe dera ser comido por peixes e crocodilos, ser dilacerado pelos demônios! Com o rosto crispado, fitava as águas. Contemplou a sua fisionomia no espelho e cuspiu nela. Terrivelmente fatigado, soltou a árvore. Empertigou-se um pouco, a fim de lançar-se numa queda vertical que o levasse ao acaso definitivo. Com os olhos cerrados, deixou-se cair, rumo a morte. Nesse momento, um som começou a vibrar nele, vindo de longínquas regiões da sua alma, de épocas passadas da sua existência gasta.
Enquanto estive ligada ao seu corpo mesmo que por um instante. Ao contrair-se desprendeu-se. Sua vida sobre o lençol branco. O futuro. A paz. o futuro Mauzoléu. Sentava-se oriundo a mesa de café muito além olhava. Por golpe visualizava. Olhos ardentes. A mulher dizendo/ bondades ao homem (dizia calma) O futuro está aqui. O falso futuro impostor. Anos e anos de paz futura se encarar no ousado sorriso. -Do relógio, tato de mulher na mão se como a paz nas proprias mãos no seguinte momento da manhã. Em que se ouve o jazz, o cinema E de tão surreal, excitante A mesma paz no teu semblante -Passar por entre altos muros, os dois azuis noturno. Rasgados pela terra das grandes avenidas.// Passando vejo de lado no belo horizonte Dedos cravados da terra para o espaço da terra para o espaço.
Madruga

Saturday, September 27, 2008

Amatori

Eu atravessei o cruzamento da São João com a Angélica onde estava Everton me esperando proferi "Vê como são as coisas não adianta mais eu ir de lugar a lugar, ambiente em ambiente pois não há lugar onde ainda não me conhecem, ou melhor há e eu não posso ir." Depois de passarmos a tarde e à noitinha juntos, discutindo assuntos envolventes achei melhor voltar em casa senão por habito, mania ou por alguma fórmula moral, adaptei meus estímulos de um jeito que quando não estou desenganada, me entitulo primeira dama na Ordem do dia. Eu entrei na margem estimativa de um complô, natural, bem combinatório, assolado na gravidade em não ser modelo pra campanha publicitária e esperar a propaganda política acabar. Meus idílios, eu não tenho mais condição a sobrevivência, e com a comida do jantar, o banho e a cama fico isolada de qualquer sujestão pra mim. Deus, eu não sou deus, não sou o pôrto das paixões, nada entendo enquanto não triunfo. Aqui não há conveniência, eu estou sempre desesperada por um cigarro, um refrigerante, um pão doce, eu vou a revistaria tenho por lá uma coleção de revistas de culinária (gastronomia) e outra científica, e selvagem e geográfica, eu paro tudo pra me dedicar a um só tema e aprender um assunto sendo que não vale nada, não ajunta, não convence e nem se propaga. Culpa minha é claro que envolvendo-se nos assuntos das conversas sugiro tudo o que sei e que dali pra frente não vou adequar mais às matérias acadêmicas das políticas estudantis aritméticas. Ódio, à acertividade incólume, ódio às grifes e boutiquè sem responsabilidade social (!) Aos pobres, bichos sem criérios ou vaidade, seres multiplicados e absorventes do dinheiro que não circula na verba paulista. Eu tenho um treco se me perguntam um troço no jornalismo de rua, eu tenho que me purificar. Preciso de todos, valiosos halos, elos, laços e não quero desfazer-me destes feras. Porque preciso muito do apoio de gente nova pra continuar esta morada.

Friday, September 12, 2008

Ruído Verde

A dádiva que existe em poder contar com a lealdade de companheiros e parceiros é o que enfatiza o amor entrópico que sinto em poder estar na companhia de todos que consolidam bons contatos nesse compacto do meu viver. Sentindo o corpo enveredar- se por minhas mãos eu começo a aceitar os critérios que povoam esta margem que delimita a genialidade toda essa que uso capacitar. Sucinta a variação e retomada quase que somente um gesto contextual. Em reflexão com uma vida mais do que normal predomina um vértice comandante que por bilateral tem o gênero de luz e a voz do som e vai sentindo em lugar de latência a casualidade de bom gosto. Verifica-se sob a forma de vida usual aquilo que sensível se faz a permanência, a persistência e a eternidade que existe no meu coração enquadrado. Persevera na matéria bruta, por ser dessa linhagem, um macaquinho. Ele retomou o cargo, e leva consigo um monte de assalto a retina que é solícito pra esse pequeno desafiante. Esse amigo meu é um tratante, enquanto aperto um colírio d'agua, tem até um templo desse que tem na Orla de Caraguá, dele, em Budapest que passo sempre qdo vou fazer tiroleza freak e não sei o nome do tombo, esse faz que tem parte com a alegoria e começa a deteriorar a arquitetura escultural, eu reconheço ed, ele tem uma miríade e comigo retrata desde que não acena, nem me aperta sendo um degredado filho-de-eva tão somente, um dois abalado.

Tuesday, September 02, 2008

Sinceramente Permanecerá

Foi chegando o momento certo pra participar dos compromissos no Estado e eu não pude comparecer, e o sistema orientou esse megafluxo de informações, resoluções e por fim lógica. Nesta época do ano é louvavel flagrar-me caculando até mesmo a gestação dos pensamentos confiados a mim mas sou obrigada a aludir a bajulação atenuada pelos tons pastéis que numa hora dessas são todos meus e faço desta paleta um assunto equiparado a genialidade higiênica, de fato ensaio a parábola de alcance a partir daí. Às vezes o indivíduo se disponibiliza a fazer coisas que não pode cumprir então faz de qualquer jeito, e na voz verbal do observador, esse pode arrogar-se duvidoso e indebitável e o que a alma não compra hoje em dia são os cacos do jardim clímaco, e adverte terem sido halos repassados e reduzidos em serviços pouco solícitos de onde o Sudão não passa de um caravançará humano. Ramada no Paquistão. Pedi pra parar. Não se pode. Enquanto tu foges agreste. Queira você vêm me ajudar a tirar todos esses anjos diáfanos da minha presença definitiva, já não posso crer e sei lá, vou mudar-me pra Long Island apelidar o cais-apple de vc e eu e ficar com minhas tralhas v.i.p te rogando êxito seu no telhado todos os senos, por um dia ou um mês, seria sua e de ninguém e nem que o queira pro passado, desencantá-lo da minha futilidade.

Monday, August 25, 2008

Uma questão de sentimento.

A promoção da CAIXA Cultural deu certo e agora aqui em São Paulo restaram os modelos executivos em escala de cinza. Fui ver Zenas Emprovisadas no HSBC Brasil, é legal o M. Adnet canta Beth e quando ele disse me abraça... pode seguir a tua estrela os comins entravam com aquela tábua de salgadinhos e os docinhos de camafeu, depois de cinco minutos dois bules de café e chá. Eu recolhi um quebra-cabeça de 250 peças, no meio, uma borrachinha e uma estrela de plástico roxo, eu fiquei com essa peça na mão e mordia quando me dava vontade e o Preto saiu lá fora pra me ver. Deus eu poderia dar uma tiro na face e me acertar depois ( eu voltei mais puro pro céu, desculpae estranho, eu voltei mais puro do céu ). Eu quereria depois desse acontecimento não mais viver e foi assim que eu me refis, e domingo encontrei um amigo mais velho do meu EX, e não achei mais aquela mala, estou mudando e penso em encontrar alguém pra sugerir um abono e ele vem eu fico mais pensa às novas formulações associadas, aquele beijo e pronto não tenho mais aonde ir, ai eu passo por essa interfase, não tenho conformismo. Agora o que eu mais quero é dar no pé, ir ver a galera toda reunida num restaurante três estrelas Michells. E não gostaria de voltar, uma hora eu morro de afora, e fico enfraquecida mesmo, estou a um ponto de imoral, do tamanho que o demo gosta. Ficaria ao seu lado até me dar aquela cesta de coisas gostosas pra gente abrir junto e guardar no guarda-roupa, beijinho, cogumelo e salada-de-frutas. Teria que parar do seu lado até as duas, três e meia e seu jeitinho me desse a brecha pra abrir um novo patamar sobre sua visita, foi enfadonha minha retirada por mais ter chegado as duas em casa (mi). Depois da despedida das bandeiras em Pequim vem aí nos bastidores pra me ver e se toca meus olhos negros, eu sou sua miragem.

Wednesday, August 20, 2008

Escape

Por mais que eu gostasse de arte não posso seguir minha série se não encontrar uma parâmetro que deriva toda a forma de amor, arte é amor e quando eu sair em busca de distrações, passa-tempo não vou a procura de música, teatro, cinema mas consumo arte e amor. Dizer que é glamurosa, reconhecer a autoria, organizar uma visita, encontrar conhecidos e fazer novas amizades começa por um amor que vai ser a miragem do milagre criativo e achar o ingênuo reconhecedor da arte terá de cor um patriotismo equivalente às horas de ensaio nesta sala que eu lhe apresento. A relativa aplicada a vida humana transforma o odor dessas obras de arte, cotidiano e fisica cabendo neste pop arte superar o tempo de vida de cada um de nós a preço intransitável e fala, se canta, os aspectos débeis e cura. Mas o remediado não se levanta e transfere um drama cada dia que alcança sua saudade, impiedade, correlação e coração finito. Suporte de peças de arte é o chão, e o registro da tela é na parede, você pode imaginar do termo francês PARADE uma contemplação eternizada do palanque, na cidade fantasma queimada e furtada de verde-limão; é pop se procede um signo marcante.
(a canoa sobre o epteMonet)
O ser humano vale por isso traços cordenados estampam o meio rupestre, o cubismo fashion, num salto voraz saciedade é batata senão não vale, até que terça-roda um dia cheio. Os vitrais perspassados as cores da serra, a gente depois da parada sobe nos cavalo-alado, joga mais o jocker de ouros, muito mais tarde é hora dos salões de Vaudeville, ainda que alma cresça (e se chama alma tanto amor). O traço vai enrubecer, oscurecer e servir de molde. Ponto, preenchimento e uma certa perspectiva; La Beuté Humainè. Interiores são tetos altos e mesaninos, precisando senta baixo, não teme, não teme, tema a vez de transparecer, aonde a natureza morta e nackar se conjugam. E seu lugar, Laurea, é no museu.

Thursday, August 14, 2008

Dúbias Anciedades Cadafalso

E aqui contém uma revelação, eu fui cortada das Olimpiadas, eu fui cortada da gravação da próxima novela da Globo é esse o destaque que se dá pra tudo o que eu digo ser já que afinal eu sou pouca coisa acho que ninguém me supera, numa hora como essa na qual eu me sinto abandonada e afogentada por todas as pessoas que eu conheço, estão todos de olho em uma série questão de honra enquanto eu procuro fazer cover e ser mesmo uma banda que terminou, hoje em dia, pra sempre eu vou querer estar muito a vontade, ou disposta a ser do NO DouBT eu quero formar denovo, a produção denovo, outro CD' novos arranjos, mesmo que eu bata no cais o que seria um vago rock n'roll. As Olimpíadas são a mágica do momento e a tecnologia tensiona esse fator, e afasta de mim a certeza que eu não tenho nada mas posso conseguir se ne3mesmo eu quero esse algarismo, coisas e lugares, arranjos e coleguismo sem falar em senso de equipe, eu não planejei nada e já estou preparada pra distorção dos fatos isto é coisa que eu nem mesmo fiz sob minha responsabilidade. O que está acontecendo é o simbolismo esclarecido das coisas que eu já disse, e pessoalmente, uma concorrência que me põe pra baixo, não lembro o que é amor e se esse é o meu lugar, a falsidade contém predominaçãoes assustadoras e significa pra mim o elemento que vai nos levar ao fim, e me destrói já que o fim não passa perto de onde meu corpo repousa (nas inteções de logo virar a pulsação pra sensibilidade que motiva a gente a seguir em frente;) Eu sou o que pensei em ser pra alguém;

Monday, August 04, 2008

KIMBERLIN

No decorrer dos estágios da natureza de vida determinam-se muitos avanços nas estratégias e proposições na desenvoltura dos projetos pessoais. Eu era quando pequena loira e antes de tudo desconhecia minha constituição, era de um charme inusitado via dois paradigmas as minhas experiências laboratoriais (que me fizeram arranhar o rosto com o corte da navalha) e as figurações que a minha mãe dava mais importância pra que tudo ocorresse bem e eu seria sem perceber filha do que quer que fosse menos aquela convencida que foi ela sendo minha mãe, foi uma dura caminhada até o automóvel, foi a mamadeira das seis às sete e a penteada dividida no queixo. O que me fazia feliz independente da aparência do futuro era ver por onde meus conhecidos estavam e de onde vinham me apanhar no colégio, meus pais, meus irmãos auxiliavam, na infância era perua, depois eles chegavam era um vislumbre até que eu identifiquei os bons encontros e tudo passava a ser bons momentos ou longas horas no apredizado. minha mãe trabalhava lá na 13 de maio, depois construiram o Shopin Paulista, foi no prédio do banesp que ela repassou bilhete de ônibus pro primeiro "boom" de minha vida que foi em 1989 com professora Lívia, passei pra 1º série. Meu, eu não acordava e o miguel um dia mais novo, em casa "tsc-tsc" eu mesma não havia nascido, até os 17 anos vivi numa maloca ao sexto andar de um apê na Pero Correia. Então a maioria das atividades interdisciplinares formaram um combinado importante e tudo que usava criatividade consciente ou inconsciente, me alegrava e se relacinava com meus conflitos, que não eram muito vitais mas me emocionavam e evitavam que eu correspondesse a minha realização e diplomação. Eu gostava de ir no lugar lombrego do primário e nada me fazia analizar, nem preparar: (tudo me prejudicou, eu não recordo um tempo de desvencilhamento) mas pragmáticos são o nível de relações d conhecimento eu entendo por pouco que podemos compartilhar, eu sei valorizar um pouco de coisa que sugere uma ação, os fatos observam em mim os primeiros passos pra acontecerem def ato, eu não sabia mentir. E loira, com uma tonalidade vermelha de praia e parque e o fundo de quintal das Z.L e Z.N eu me fazia um fluido da natureza progressiva na cidade de São Paulo, eu fui muito mimada por meu pai depois que ele desfez da pick-up Nissan Vermelha isso passou, a direita partidária mudou pra toda essa civernética e eu não tive tempo de chamá-lo mestre, meu pai não tinha o que a política foi, acompanhou o avanço tecnológico com rigor do progresso pelo progresso, arte pela arte e todos juntos fomos surpreendidos pela desvalorização do câmbio central. Eu passei no Mackenzie, fui estudar Publicidade e aí sim teve brainstorm na própria faculdade mudei de Mkt pra propaganda sem o menor nexo. Hoje alguns projetos estão atendendo as minhas doces epifanias, é o uso controlado da energia tomando banho de bacia e tudo o que for plano de propaganda, na televisão, no rádio, nas atrações; é um exagero. O que se conquista são algumas certezas que se adequam a elegância e sofisticação das audições(de piano) e colação de grau (do Médio). Conheço salas que estreitam laços e sorrespondem a totalidade de atualizações pra cada tipo de gente e se quiser saber eu não entro nesse antro porque tem um tigre dentro.

Tuesday, July 29, 2008

O enfanticida quer sentido pra tudo.

O que ninguém ficou sabendo foi que eu arranjei uns cotonetes foscos e abri os ouvidos, o tilintar das chaves no chão me remeteu o brilho de rubi das minhas preces feitas mais tarde. Mesmo no céu, Deus não tomou conhecimento do meu subterfúgio pois se eu tivesse condição de ir a igreja quer evangélica, romana ou seita ambientalista, compraria umas pastilhas pra passar a dor de garganta. Pudemos contar um reloginho cartesiano de gaveta afim de considerar a quebra no caixa dos mais tradicionais dos carrtéis que é itaú e BMC por onde afixada foi a importância de Unibanco na mesa, table para os desenhistas digitais mais propensos a um KAOS de direita; porque confu. que é SIDDARTHA começa na esquerda e vai pra direita pq tem consciente coletivo. Meus conterrâneos o colapso social tomou forma com o pouso da sexy people feito um Clemente de Alexandria e nele a banalização corporativa sob o efeito de proteínas trangênicas a ameaça de ser belo ou belo um recalque típico de quem não sabe que esse gênero frágil é proibido na europa ortodoxa. Amantes da formidável élan, sejais uno tendo forma sob forma, me fazeis sentir a manta sobria de branca rosa que afoga cada botão de cada.

Thursday, July 24, 2008

Os vj`s

Me dá um dinheiro aí, por aí estou com você só por mais ou menos meia hora. E sinto pois minhas costelas quebrando, são pesares, por aí você tira os cinco paus. A vontade de visita, essa não, continua a mesma mas meus glóbulos brancos vão se disfazendo, as botas de camurça é impossível usá-las, as roupas brancas imensamente arrastadas. E não é hora pra chora quero só ver o sol que vai rompendo a íris cristalina e já não me apetece mais que a solidão branca no meu apartamento. Na questão, em questão de sucesso ver o que sobra é esse SIM, eu não tenho graça, estou de luto e juro que venço o momento de carecer, olha eu juro que não sei o que estou falando mais que ultra-mar Egeu. Tudo o que vc tem feito senhor justifica a vida de sua filha. Se ficar sério vai ver que a parte da farra somos integrantes da máfia. Casino Gaspare. Portanto parou. Me estou esforçando na grafia deste discurso mas me sinto 'sick' e já estou vendo mais uma operação na favela da Rocinha e posso supor eu que pra cata herança de. Parthenongênesis suprimida não quero voltar mais até aquele lugar onde a palavra perdeu cor pela distância de uma tv'zi longe, acredito no milagre de rever o bom Beto de pé e falante sem almoço, ou ceia. Lado, eu fiquei colidida e quase desmaiei sufocada, não fosse o Kim vir me avisar o que ficou mal, o Piu sabe; dessa vez, nesse mirante eu não vou me recuperar. Me dá paixão, eu puxo a liga e estou negligè. O Botão, o unico é estilo aviador, eu prendo mesmo que fico perdida sem ter meu navegador na frente.Aqui vim, porque vai me levar até meu marinheiro e ele vai me chamar pra outra e mais outra castela, até um sopro de vida me chamar pra ficar do lado de que? De você tom. Colado em mim. Eu vou ficar com você. Pq eu viciei e agora quero. Estalar Dreamwever.

Monday, July 21, 2008

FDS Titânico

Os momentos das últimas próprias horas foram absolutamente atraentes de uma posição que está cursando desde 1995 uma nova escala ajacente das palpitações de um corporativismo etinológico, provas de uma adequação do mesmo temperamento global e essa vassidão de compatimentos remotos. Assim que nesta última sexta choveu homem, esta personalidade intimista me analisou um sociocosmo tradicional com soberba. Eu não me sinto adoentada bordeline mas virei um eixo desigual que poilia esta verificação trancendental do organismo teleológico. Comum ao leitor, e ouvinte na TV ficou aparente a empatia do grande gato com uma felina atipica, remontando os apelos generosos de um estado de espírito criativo, e genuíno, à face do espelho químico um novo padrão à esquemática legitimizadora da esperança de voto. Conhecendo o Ministro da Cultura regional Sudeste no Flamengo aprovei a exibição de quadros retratos deste "espelho" que agora é despresível mas que momentânea/e foi leit motife episcultural. Até aqui fomos geniais, pois não bem cognicíveis, onde entra a política, o poder de ter querido algo sob forma de avaliar, o bem, requerente e sofocado de músicas. Quero muito o que de Dumont é de Tolstoi, quando exilar é uma catequese, eu quero este bom gosto não mais que essa renovação e sem mais vegeto ouvir Supla, eu sinto o objeto e a fama redobrada remonta todo o passado do novo tempo, a arcadia de peixes e manifestações públicas em ondas de rádio, até que enfim e já sem nexo, tô organizando eventos e manifesto o desejo de compra do que não sobra nada, nem a chuva sintética de rosas.

Monday, July 14, 2008

filósofos neo-platônicos

São cristão, judeus e pagãos com influências variadas-aristotélicas, gnósticas, estóicas, pitagóricas, maniquéias, arianas, etc. Ad Advtum. Comentários ao Cântico dos Cânticos perfilhando o horror a sexualidade, o elogio da virgindade c/ mesmo asceticismo e erotismo calcado de S.Jerônimo. Muitos mais mundos portugueses imaginados pelos caballeros marileños nos friorentos serões do Escorial ou nos abafadiços crepusculos do Rio frio. De Madrid!(...) veio o lume em opúsculo contra certas confusões de valor entre galegos e portugueses (...?) Embora assinalado a diversidade nacional penisular (per.) fazia entre a lingua galega e esta portuguesa_ ódio figadal de vir a cata de herença.

Introduções

A resolução do eu 'as introduções a critica do juizo. Uma adaptação ao estudo moderno do final do sec. XIX, meados dos 20, em esboços filosóficos acima delimitados. Pela conciência da PSIQUE humana; É fonte de dados ao enfático desconhecimento de uma: Subjetiva consciência interior, aproximando ao reconhecimento suprimido da faculdade sensitiva.

Monday, May 05, 2008

Ideal Estético

A arte estética o meio de subjetivação é surpreendido na objetivação, consiste em suprimir as coexistências indiferentes* que preenchem o espaço, subsistente a cor idealizando e reunindo num ponto. Este ponto de supressão é um ponto concreto em determinação de um cano por onde se espelham mutuamente as faces do enredo. A mais espiritual arte romântica caracteriza-se porque, em essencial, o elemento sensível, que começara a ser liberado pelo som e sujeito de total espiritualização. Não já do sentimento impreciso, mas da representação que é agora concreta. A música era uma ressonância imprecisa, transforman-se em palavras, é um som articulado, preciso, de uma função que consiste em exprimir representações, idéias, em ser sinal de uma espiritual interioridade*. A poesia é arte geral, a mais compreensiva, o que consegue se elevar a mais alta espiritualidade. O primeiro se revela os sinais destinados para a sua expressão desprovido de qualquer valor e de qualquer significação intrísseca e o segundo, o sinal, aqui, não é um símbolo mais algo de completamente indiferente e sem valor sobre o qual o espírito exerce um poder de determinação. Este terceiro elemento é, portanto, o elemento perfeito, o som como sinal de representação, é o espiritual que, de um modo espiritual, se exprime pelo sinal de representação: poesia épica, lírica e dramática. A parte de imagem e de exterior, de que o ideal precisa tanto como do fundamental conteúdo, e o modo pelo qual aquela e este interpenetram, a esta investigação dos chamados ideais são cuidados e tormentos que todos encontram no seu convívio que o domínio é constituída precisamente pela particularidade intuitiva.

Wednesday, April 23, 2008

Cidade de índios e contornos sutís, versa que a evolução é um conceito incontestável principalmente a o que nos situa nas distantes alçadas da boa aparência. Existe pouca diferença na forma das carnes consumíveis e consumáveis e W. Shakespeare já em seu ramânce padrão dominava Romeu e Julieta em amor inconsumável então pensa aqui, beleza estética inexorável consiste a releitura do padrão, estudo de território (totalitarismo, populismo, despotismo) aí sim a mobilidade social, afim de negociarmos esse território urbano.

Wednesday, March 26, 2008

Ode Torso

Eu preciso dizer que falta pouco pro meu coração tornar-se um músculo voluntário, eu estava sofrendo com dores no peito por causa dele que não se importa com mais nada. Daqui não posso esticar o alcance daqueles portos, vielas, escritórios, restaurantes e bancos, eu não abro um vão da janela que eu não quero ver o "pote" coletivo indutivo do ciclo natural das coisas... Com o olhar definitivo, divido possiveis empregos dos empregos valiosos que mais a fundo são obsoletos, aqui eu sei que não tem ninguém que seja tão bom auxiliar de eventos quanto eu. Eu queria ser troubleshotting, CARGO. ASsim, por dentro do meu casaco cetim-camurça, das blusas de linho transpassa o tule, a gravatinha de fitinha e encontra um peito receoso, e nele sobressalta um pulso que procura e senão presta com integridade fica monossilábico, ton ton, ton-ton. Eu converso mesmo assim, glória suave, deságua arte, briga na corte. Continua a mesmísse do ser depois de todo esse tempo entende-se que o meio termo logo é estar vivo, batalha é indignar-se, triunfo é transformar-se, em silêncio, banal não tem, nem tudo custa e por ai vai.... Eu converso mesmo assim e tenho fé que o que eu fiz pela condição humana tem um momento pra relaxar e voltar o que ficou espalhado pelo cenário da transcendência, mas eu queria falar sério e o que tem nesse espaço não define a expectativa como a palavra que assume enigmática a unidade de se desclassificar.

Saturday, March 08, 2008

Métodos receptíveis.

Lilly dá sinais de vida e manifesta uma tristeza em voltar pra rotina. Apesar de fazer acertos pra melhores momentos, toda a sociedade não mobiliza uma alegria, por assim dizer. Nas salas a banalidade está revelada, eu não faço parte da parcela favorecida pela boa vida na cidade, fiz o que pudia pra me acostumar com o que tem a minha volta mas percebi que não tem jeito de ter conforto aqui, meu corpo pesa, eu não aguento me esforçar e não tenho aonde ir, os meus amigos sumiram, não reconheço nenhuma amiga, os meus parentes estão velhos, minhas roupas conhecidas. A cultura sem atrativos exóticos, as festas caras demais, as viagens descobertas e tudo o que aconteceu ficou na viagem, eu até me envergonho de falar, não tenho pra quem contar, não me empolgo com nada nem ninguem. Não gosto de restaurantes, lanchonetes e bares, pra mim é óbvio que não vou pois não tenho a companhia de quem eu gosto, tb ñ sinto falta dos meus ex-namorados. Eu tenho alguém nos meus pensamentos, que eu perdi o ctto e imagino que esse alguem prefira estar longe a me encontrar mais uma vez, ele vai esperar eu me acostumar com esse desalento até eu ficar assim sem carinho, eu estou triste. Vejo que as coisas não se ligam numa acertividade magnífica, parece que os livros antigos que falavam do cotidiano foi superado por essa linguagem moderna que favorece a muitas pessoas ao mesmo tempo, sozinha não só não gosto do que foi escrito como me sobrecarrega a decepção de não ver prazer em coexistir. Eu não gosto de lugares cheios, não gosto de salas pequenas nem das coisas dispostas desorganizadamente onde o desorganizado é "não" eu abomino a baderna. Desejo aguentar acordar as seis e meia de segunda a sexta e captar uma energia cósmica quem vive junto não tem. Quando estou junto dos meus amigos não tem isso, parece incerto, pq eles sabem que vai terminar, não dominam a demora e conseguem burlar a demora, preciso ser paciente, eu quero ficar mais perto de quem me completa, sem malícia, eu quero acreditar em mim que eu procuro mais pra encontrar antes. Então precisava ver que a superação de posicionamento que eu já esperava verificar fosse mais humana e que todos que se identificam diferentes entre si conhecessem o começo dessa curva na sua personalidade, olhando através do sol não dá pra ser igual e terminar sozinho, ia ser assim e o que possa mudar é o valor dado a quem preza a sua existência.

Monday, February 25, 2008

Reflexões

Eu fiquei vendo aonde a índole humana vai bater em portas, e sentir-me tão desnaturada é uma força que eu começo a entender melhor com o passar dos anos desta vida secreta. Vou andando pela estrada, equipada das mochilas que meu modelo aspirou e por isso não posso dispensar a figura gatuna do caroneiro que come até o que anda desde que acompanhado de fogo. Eu vim passando por regiõestristes e imbernadas na religião e portanto, desmistificada agnose. Estive conversando com umas pessoas fortes que não dão o braço a torcer e se for pra ajudar têm suas cartas na manga no actual sentido tipográfico, topográfico, litográfico das emanações celestes e cada recepto-palativas ao alcance de um belo hall de discussões geológicas do alcance em si. Eu não sei ser poeta enquanto escrevo, essa pequena morte afasta o alvo e no lugar de voltar pra casa eu volto nas minhas certezas e isso é um apelo ao meu insucesso. Para o caso de eu ser uma pessoa mais bonita, o acesso a outras esferas sociais seria evidente assim como é visível o abismo que me acometeu. E eu insisto e procuro não ser a + teiomosa das criaturas porque todos dão quando podem me oferecer o que me alimentar. As ofensas são o ar que eu respiro, a agressividade não se manifesta em mim mais, ainda a ferroada de um bicho no ouvido do desconhecido. Eu vejo que o céu se deforma quando percebo uma familiaridade do lugar. É mais preciso a solidez do esquecimento do local e nessa vontade perder-se as contrações do tangível até o inconsciente coletivo, pra quê? Essa imagem que tem polos e acaba com a substância divina, remonta o globo em busca daquela lua cheia... E tanto afastado da cidade a concordância com os atos, fatos novos e aconteça o que vier parece que Deus anda em paz em correntes de harmonia.

Monday, February 18, 2008

Florianópolis - Costa de Dentro

Quem é rico se ficar pobre, aprende a sobreviver. Quem é pobre se ficar rico, não consegue nem se virar. O fato é que pra viver e ser feliz de verdade o sujeito tem que ser digno de sua posição no ambiente. Passei o dia todo melhorando de um porre de cachaça de Alambique. Durante a manhã precisei economizar algumas unidades do meu cartão telefônico que solidariamente tinha ficado sob comando do meu amigo civil, Tom. E sem nem ligar no telefone publico vim negociar seis pães pelo preço de cinco, ou um caixo de frutas matinais ou um par delas, banana fósforo-potássicas. Tava afim de encontrar, como sempre procurar uma centelha comunicativa que eu logo comecei a achar em meio a fome. Muito desejo de comer pode ser uma fome de saber sentir as dores estomacais e se encontrar com mais gente por causa da ânsia. Será que a caridade, a verdade é bonita, auxilia o próximo sem esbarrar? Sim, tortinhas de maçã a vontade no Restarante da avenida. Este mundo é muito mais que os rigorosos passistas comprometidos com o serviço podem direcionar. Este mundo é a aflição de um dia seguinte amenizado pela TV. Este mundo de graça dá o que comer pra quem tem na forma de se comportar uma inteligência a mais do que quer que seja dedicar-se a um ideal de beleza. E na praia da Armação se come peixe gordinho que se pede pelo nome de Anchovas, uma doce delícia que estava sendo encostado por uma abelha, eu comi, e não me envenenei e eu bebi um suco de maracuja e não gostei. Fiquei andando em torno da mesa das moças e idosas que pregavam uma mesa de bingo, tive alusões oníricas de firmar os pés em posição teatral e chamar uma soda. Não consegui parar de pensar no jeito gracioso e trágico do Everton mastigar doces e rir de boca aberta que lhe dou um tapa na boca, ando tão agressiva... Depois encontramos uma paraiba inca que pagou-me um l. de refrigerante de colae dividiu um torrone por três e a coca por quatro, mais a frente com os donos da casa na Costa de Cima do Pântano do Sul onde deito pra dormir e acordo todos os dias desde o dia 7 de Fevereiro. Chegando em casa o garoto, amigo nosso, comia xiclete que encontrara no lixo. Não há beleza na miséria e o que eu pus em ordem é afirmativamente sentido para mobilidade social.