Este é um blog que deve emprestar envidraçamento para as situações que tem uma imagem que Quicker e Metal Lo Bo de Luz co produz de processo digitais tiraram letras de objetos celestiais e se concentram no clima de área do Genitle pode muito junto com os Ponytails fazer de borracha o esferografico das novas maquiagens e voltar a falar VIP dos meus traços antes dos touchs em uma assistencia de Marketing e com Eventos de Business de Agencia de Hollywood making Stars.
Monday, August 25, 2008
Uma questão de sentimento.
A promoção da CAIXA Cultural deu certo e agora aqui em São Paulo restaram os modelos executivos em escala de cinza.
Fui ver Zenas Emprovisadas no HSBC Brasil, é legal o M. Adnet canta Beth e quando ele disse me abraça... pode seguir a tua estrela os comins entravam com aquela tábua de salgadinhos e os docinhos de camafeu, depois de cinco minutos dois bules de café e chá. Eu recolhi um quebra-cabeça de 250 peças, no meio, uma borrachinha e uma estrela de plástico roxo, eu fiquei com essa peça na mão e mordia quando me dava vontade e o Preto saiu lá fora pra me ver. Deus eu poderia dar uma tiro na face e me acertar depois ( eu voltei mais puro pro céu, desculpae estranho, eu voltei mais puro do céu ).
Eu quereria depois desse acontecimento não mais viver e foi assim que eu me refis, e domingo encontrei um amigo mais velho do meu EX, e não achei mais aquela mala, estou mudando e penso em encontrar alguém pra sugerir um abono e ele vem eu fico mais pensa às novas formulações associadas, aquele beijo e pronto não tenho mais aonde ir, ai eu passo por essa interfase, não tenho conformismo.
Agora o que eu mais quero é dar no pé, ir ver a galera toda reunida num restaurante três estrelas Michells.
E não gostaria de voltar, uma hora eu morro de afora, e fico enfraquecida mesmo, estou a um ponto de imoral, do tamanho que o demo gosta.
Ficaria ao seu lado até me dar aquela cesta de coisas gostosas pra gente abrir junto e guardar no guarda-roupa, beijinho, cogumelo e salada-de-frutas. Teria que parar do seu lado até as duas, três e meia e seu jeitinho me desse a brecha pra abrir um novo patamar sobre sua visita, foi enfadonha minha retirada por mais ter chegado as duas em casa (mi).
Depois da despedida das bandeiras em Pequim vem aí nos bastidores pra me ver e se toca meus olhos negros, eu sou sua miragem.
Wednesday, August 20, 2008
Escape
Por mais que eu gostasse de arte não posso seguir minha série se não encontrar uma parâmetro que deriva toda a forma de amor, arte é amor e quando eu sair em busca de distrações, passa-tempo não vou a procura de música, teatro, cinema mas consumo arte e amor.
Dizer que é glamurosa, reconhecer a autoria, organizar uma visita, encontrar conhecidos e fazer novas amizades começa por um amor que vai ser a miragem do milagre criativo e achar o ingênuo reconhecedor da arte terá de cor um patriotismo equivalente às horas de ensaio nesta sala que eu lhe apresento.
A relativa aplicada a vida humana transforma o odor dessas obras de arte, cotidiano e fisica cabendo neste pop arte superar o tempo de vida de cada um de nós a preço intransitável e fala, se canta, os aspectos débeis e cura. Mas o remediado não se levanta e transfere um drama cada dia que alcança sua saudade, impiedade, correlação e coração finito.
Suporte de peças de arte é o chão, e o registro da tela é na parede, você pode imaginar do termo francês PARADE uma contemplação eternizada do palanque, na cidade fantasma queimada e furtada de verde-limão; é pop se procede um signo marcante.
(a canoa sobre o epteMonet)
O ser humano vale por isso traços cordenados estampam o meio rupestre, o cubismo fashion, num salto voraz saciedade é batata senão não vale, até que terça-roda um dia cheio. Os vitrais perspassados as cores da serra, a gente depois da parada sobe nos cavalo-alado, joga mais o jocker de ouros, muito mais tarde é hora dos salões de Vaudeville, ainda que alma cresça (e se chama alma tanto amor). O traço vai enrubecer, oscurecer e servir de molde. Ponto, preenchimento e uma certa perspectiva; La Beuté Humainè. Interiores são tetos altos e mesaninos, precisando senta baixo, não teme, não teme, tema a vez de transparecer, aonde a natureza morta e nackar se conjugam. E seu lugar, Laurea, é no museu.
Thursday, August 14, 2008
Dúbias Anciedades Cadafalso
E aqui contém uma revelação, eu fui cortada das Olimpiadas, eu fui cortada da gravação da próxima novela da Globo é esse o destaque que se dá pra tudo o que eu digo ser já que afinal eu sou pouca coisa acho que ninguém me supera, numa hora como essa na qual eu me sinto abandonada e afogentada por todas as pessoas que eu conheço, estão todos de olho em uma série questão de honra enquanto eu procuro fazer cover e ser mesmo uma banda que terminou, hoje em dia, pra sempre eu vou querer estar muito a vontade, ou disposta a ser do NO DouBT eu quero formar denovo, a produção denovo, outro CD' novos arranjos, mesmo que eu bata no cais o que seria um vago rock n'roll.
As Olimpíadas são a mágica do momento e a tecnologia tensiona esse fator, e afasta de mim a certeza que eu não tenho nada mas posso conseguir se ne3mesmo eu quero esse algarismo, coisas e lugares, arranjos e coleguismo sem falar em senso de equipe, eu não planejei nada e já estou preparada pra distorção dos fatos isto é coisa que eu nem mesmo fiz sob minha responsabilidade.
O que está acontecendo é o simbolismo esclarecido das coisas que eu já disse, e pessoalmente, uma concorrência que me põe pra baixo, não lembro o que é amor e se esse é o meu lugar, a falsidade contém predominaçãoes assustadoras e significa pra mim o elemento que vai nos levar ao fim, e me destrói já que o fim não passa perto de onde meu corpo repousa (nas inteções de logo virar a pulsação pra sensibilidade que motiva a gente a seguir em frente;)
Eu sou o que pensei em ser pra alguém;
Monday, August 04, 2008
KIMBERLIN
No decorrer dos estágios da natureza de vida determinam-se muitos avanços nas estratégias e proposições na desenvoltura dos projetos pessoais.
Eu era quando pequena loira e antes de tudo desconhecia minha constituição, era de um charme inusitado via dois paradigmas as minhas experiências laboratoriais (que me fizeram arranhar o rosto com o corte da navalha) e as figurações que a minha mãe dava mais importância pra que tudo ocorresse bem e eu seria sem perceber filha do que quer que fosse menos aquela convencida que foi ela sendo minha mãe, foi uma dura caminhada até o automóvel, foi a mamadeira das seis às sete e a penteada dividida no queixo.
O que me fazia feliz independente da aparência do futuro era ver por onde meus conhecidos estavam e de onde vinham me apanhar no colégio, meus pais, meus irmãos auxiliavam, na infância era perua, depois eles chegavam era um vislumbre até que eu identifiquei os bons encontros e tudo passava a ser bons momentos ou longas horas no apredizado. minha mãe trabalhava lá na 13 de maio, depois construiram o Shopin Paulista, foi no prédio do banesp que ela repassou bilhete de ônibus pro primeiro "boom" de minha vida que foi em 1989 com professora Lívia, passei pra 1º série.
Meu, eu não acordava e o miguel um dia mais novo, em casa "tsc-tsc" eu mesma não havia nascido, até os 17 anos vivi numa maloca ao sexto andar de um apê na Pero Correia.
Então a maioria das atividades interdisciplinares formaram um combinado importante e tudo que usava criatividade consciente ou inconsciente, me alegrava e se relacinava com meus conflitos, que não eram muito vitais mas me emocionavam e evitavam que eu correspondesse a minha realização e diplomação.
Eu gostava de ir no lugar lombrego do primário e nada me fazia analizar, nem preparar: (tudo me prejudicou, eu não recordo um tempo de desvencilhamento) mas pragmáticos são o nível de relações d conhecimento eu entendo por pouco que podemos compartilhar, eu sei valorizar um pouco de coisa que sugere uma ação, os fatos observam em mim os primeiros passos pra acontecerem def ato, eu não sabia mentir.
E loira, com uma tonalidade vermelha de praia e parque e o fundo de quintal das Z.L e Z.N eu me fazia um fluido da natureza progressiva na cidade de São Paulo, eu fui muito mimada por meu pai depois que ele desfez da pick-up Nissan Vermelha isso passou, a direita partidária mudou pra toda essa civernética e eu não tive tempo de chamá-lo mestre, meu pai não tinha o que a política foi, acompanhou o avanço tecnológico com rigor do progresso pelo progresso, arte pela arte e todos juntos fomos surpreendidos pela desvalorização do câmbio central.
Eu passei no Mackenzie, fui estudar Publicidade e aí sim teve brainstorm na própria faculdade mudei de Mkt pra propaganda sem o menor nexo.
Hoje alguns projetos estão atendendo as minhas doces epifanias, é o uso controlado da energia tomando banho de bacia e tudo o que for plano de propaganda, na televisão, no rádio, nas atrações; é um exagero.
O que se conquista são algumas certezas que se adequam a elegância e sofisticação das audições(de piano) e colação de grau (do Médio).
Conheço salas que estreitam laços e sorrespondem a totalidade de atualizações pra cada tipo de gente e se quiser saber eu não entro nesse antro porque tem um tigre dentro.
Tuesday, July 29, 2008
O enfanticida quer sentido pra tudo.
O que ninguém ficou sabendo foi que eu arranjei uns cotonetes foscos e abri os ouvidos, o tilintar das chaves no chão me remeteu o brilho de rubi das minhas preces feitas mais tarde.
Mesmo no céu, Deus não tomou conhecimento do meu subterfúgio pois se eu tivesse condição de ir a igreja quer evangélica, romana ou seita ambientalista, compraria umas pastilhas pra passar a dor de garganta.
Pudemos contar um reloginho cartesiano de gaveta afim de considerar a quebra no caixa dos mais tradicionais dos carrtéis que é itaú e BMC por onde afixada foi a importância de Unibanco na mesa, table para os desenhistas digitais mais propensos a um KAOS de direita; porque confu. que é SIDDARTHA começa na esquerda e vai pra direita pq tem consciente coletivo.
Meus conterrâneos o colapso social tomou forma com o pouso da sexy people feito um Clemente de Alexandria e nele a banalização corporativa sob o efeito de proteínas trangênicas a ameaça de ser belo ou belo um recalque típico de quem não sabe que esse gênero frágil é proibido na europa ortodoxa.
Amantes da formidável élan, sejais uno tendo forma sob forma, me fazeis sentir a manta sobria de branca rosa que afoga cada botão de cada.
Thursday, July 24, 2008
Os vj`s
Me dá um dinheiro aí, por aí estou com você só por mais ou menos meia hora. E sinto pois minhas costelas quebrando, são pesares, por aí você tira os cinco paus. A vontade de visita, essa não, continua a mesma mas meus glóbulos brancos vão se disfazendo, as botas de camurça é impossível usá-las, as roupas brancas imensamente arrastadas.
E não é hora pra chora quero só ver o sol que vai rompendo a íris cristalina e já não me apetece mais que a solidão branca no meu apartamento.
Na questão, em questão de sucesso ver o que sobra é esse SIM, eu não tenho graça, estou de luto e juro que venço o momento de carecer, olha eu juro que não sei o que estou falando mais que ultra-mar Egeu.
Tudo o que vc tem feito senhor justifica a vida de sua filha.
Se ficar sério vai ver que a parte da farra somos integrantes da máfia. Casino Gaspare.
Portanto parou.
Me estou esforçando na grafia deste discurso mas me sinto 'sick' e já estou vendo mais uma operação na favela da Rocinha e posso supor eu que pra cata herança de.
Parthenongênesis suprimida não quero voltar mais até aquele lugar onde a palavra perdeu cor pela distância de uma tv'zi longe, acredito no milagre de rever o bom Beto de pé e falante sem almoço, ou ceia.
Lado, eu fiquei colidida e quase desmaiei sufocada, não fosse o Kim vir me avisar o que ficou mal, o Piu sabe; dessa vez, nesse mirante eu não vou me recuperar.
Me dá paixão, eu puxo a liga e estou negligè. O Botão, o unico é estilo aviador, eu prendo mesmo que fico perdida sem ter meu navegador na frente.Aqui vim, porque vai me levar até meu marinheiro e ele vai me chamar pra outra e mais outra castela, até um sopro de vida me chamar pra ficar do lado de que? De você tom.
Colado em mim.
Eu vou ficar com você.
Pq eu viciei e agora quero.
Estalar
Dreamwever.
Monday, July 21, 2008
FDS Titânico
Os momentos das últimas próprias horas foram absolutamente atraentes de uma posição que está cursando desde 1995 uma nova escala ajacente das palpitações de um corporativismo etinológico, provas de uma adequação do mesmo temperamento global e essa vassidão de compatimentos remotos.
Assim que nesta última sexta choveu homem, esta personalidade intimista me analisou um sociocosmo tradicional com soberba.
Eu não me sinto adoentada bordeline mas virei um eixo desigual que poilia esta verificação trancendental do organismo teleológico.
Comum ao leitor, e ouvinte na TV ficou aparente a empatia do grande gato com uma felina atipica, remontando os apelos generosos de um estado de espírito criativo, e genuíno, à face do espelho químico um novo padrão à esquemática legitimizadora da esperança de voto.
Conhecendo o Ministro da Cultura regional Sudeste no Flamengo aprovei a exibição de quadros retratos deste "espelho" que agora é despresível mas que momentânea/e foi leit motife episcultural.
Até aqui fomos geniais, pois não bem cognicíveis, onde entra a política, o poder de ter querido algo sob forma de avaliar, o bem, requerente e sofocado de músicas.
Quero muito o que de Dumont é de Tolstoi, quando exilar é uma catequese, eu quero este bom gosto não mais que essa renovação e sem mais vegeto ouvir Supla, eu sinto o objeto e a fama redobrada remonta todo o passado do novo tempo, a arcadia de peixes e manifestações públicas em ondas de rádio, até que enfim e já sem nexo, tô organizando eventos e manifesto o desejo de compra do que não sobra nada, nem a chuva sintética de rosas.
Monday, July 14, 2008
filósofos neo-platônicos
São cristão, judeus e pagãos com influências variadas-aristotélicas, gnósticas, estóicas, pitagóricas, maniquéias, arianas, etc.
Ad Advtum. Comentários ao Cântico dos Cânticos perfilhando o horror a sexualidade, o elogio da virgindade c/ mesmo asceticismo e erotismo calcado de S.Jerônimo.
Muitos mais mundos portugueses imaginados pelos caballeros marileños nos friorentos serões do Escorial ou nos abafadiços crepusculos do Rio frio.
De Madrid!(...) veio o lume em opúsculo contra certas confusões de valor entre galegos e portugueses (...?) Embora assinalado a diversidade nacional penisular (per.) fazia entre a lingua galega e esta portuguesa_ ódio figadal de vir a cata de herença.
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Liberdade e Autonomia em Portugal
Introduções
A resolução do eu 'as introduções a critica do juizo.
Uma adaptação ao estudo moderno do final do sec. XIX, meados dos 20, em esboços filosóficos acima delimitados.
Pela conciência da PSIQUE humana;
É fonte de dados ao enfático desconhecimento de uma:
Subjetiva consciência interior, aproximando ao reconhecimento suprimido da faculdade sensitiva.
Monday, May 05, 2008
Ideal Estético
A arte estética o meio de subjetivação é surpreendido na objetivação, consiste em suprimir as coexistências indiferentes* que preenchem o espaço, subsistente a cor idealizando e reunindo num ponto.
Este ponto de supressão é um ponto concreto em determinação de um cano por onde se espelham mutuamente as faces do enredo.
A mais espiritual arte romântica caracteriza-se porque, em essencial, o elemento sensível, que começara a ser liberado pelo som e sujeito de total espiritualização. Não já do sentimento impreciso, mas da representação que é agora concreta.
A música era uma ressonância imprecisa, transforman-se em palavras, é um som articulado, preciso, de uma função que consiste em exprimir representações, idéias, em ser sinal de uma espiritual interioridade*.
A poesia é arte geral, a mais compreensiva, o que consegue se elevar a mais alta espiritualidade. O primeiro se revela os sinais destinados para a sua expressão desprovido de qualquer valor e de qualquer significação intrísseca e o segundo, o sinal, aqui, não é um símbolo mais algo de completamente indiferente e sem valor sobre o qual o espírito exerce um poder de determinação.
Este terceiro elemento é, portanto, o elemento perfeito, o som como sinal de representação, é o espiritual que, de um modo espiritual, se exprime pelo sinal de representação: poesia épica, lírica e dramática.
A parte de imagem e de exterior, de que o ideal precisa tanto como do fundamental conteúdo, e o modo pelo qual aquela e este interpenetram, a esta investigação dos chamados ideais são cuidados e tormentos que todos encontram no seu convívio que o domínio é constituída precisamente pela particularidade intuitiva.
Wednesday, April 23, 2008
Cidade de índios e contornos sutís, versa que a evolução é um conceito incontestável principalmente a o que nos situa nas distantes alçadas da boa aparência. Existe pouca diferença na forma das carnes consumíveis e consumáveis e W. Shakespeare já em seu ramânce padrão dominava Romeu e Julieta em amor inconsumável então pensa aqui, beleza estética inexorável consiste a releitura do padrão, estudo de território (totalitarismo, populismo, despotismo) aí sim a mobilidade social, afim de negociarmos esse território urbano.
Wednesday, March 26, 2008
Ode Torso
Eu preciso dizer que falta pouco pro meu coração tornar-se um músculo voluntário, eu estava sofrendo com dores no peito por causa dele que não se importa com mais nada.
Daqui não posso esticar o alcance daqueles portos, vielas, escritórios, restaurantes e bancos, eu não abro um vão da janela que eu não quero ver o "pote" coletivo indutivo do ciclo natural das coisas...
Com o olhar definitivo, divido possiveis empregos dos empregos valiosos que mais a fundo são obsoletos, aqui eu sei que não tem ninguém que seja tão bom auxiliar de eventos quanto eu. Eu queria ser troubleshotting, CARGO. ASsim, por dentro do meu casaco cetim-camurça, das blusas de linho transpassa o tule, a gravatinha de fitinha e encontra um peito receoso, e nele sobressalta um pulso que procura e senão presta com integridade fica monossilábico, ton ton, ton-ton.
Eu converso mesmo assim, glória suave, deságua arte, briga na corte. Continua a mesmísse do ser depois de todo esse tempo entende-se que o meio termo logo é estar vivo, batalha é indignar-se, triunfo é transformar-se, em silêncio, banal não tem, nem tudo custa e por ai vai....
Eu converso mesmo assim e tenho fé que o que eu fiz pela condição humana tem um momento pra relaxar e voltar o que ficou espalhado pelo cenário da transcendência, mas eu queria falar sério e o que tem nesse espaço não define a expectativa como a palavra que assume enigmática a unidade de se desclassificar.
Saturday, March 08, 2008
Métodos receptíveis.
Lilly dá sinais de vida e manifesta uma tristeza em voltar pra rotina. Apesar de fazer acertos pra melhores momentos, toda a sociedade não mobiliza uma alegria, por assim dizer.
Nas salas a banalidade está revelada, eu não faço parte da parcela favorecida pela boa vida na cidade, fiz o que pudia pra me acostumar com o que tem a minha volta mas percebi que não tem jeito de ter conforto aqui, meu corpo pesa, eu não aguento me esforçar e não tenho aonde ir, os meus amigos sumiram, não reconheço nenhuma amiga, os meus parentes estão velhos, minhas roupas conhecidas. A cultura sem atrativos exóticos, as festas caras demais, as viagens descobertas e tudo o que aconteceu ficou na viagem, eu até me envergonho de falar, não tenho pra quem contar, não me empolgo com nada nem ninguem.
Não gosto de restaurantes, lanchonetes e bares, pra mim é óbvio que não vou pois não tenho a companhia de quem eu gosto, tb ñ sinto falta dos meus ex-namorados. Eu tenho alguém nos meus pensamentos, que eu perdi o ctto e imagino que esse alguem prefira estar longe a me encontrar mais uma vez, ele vai esperar eu me acostumar com esse desalento até eu ficar assim sem carinho, eu estou triste.
Vejo que as coisas não se ligam numa acertividade magnífica, parece que os livros antigos que falavam do cotidiano foi superado por essa linguagem moderna que favorece a muitas pessoas ao mesmo tempo, sozinha não só não gosto do que foi escrito como me sobrecarrega a decepção de não ver prazer em coexistir. Eu não gosto de lugares cheios, não gosto de salas pequenas nem das coisas dispostas desorganizadamente onde o desorganizado é "não" eu abomino a baderna.
Desejo aguentar acordar as seis e meia de segunda a sexta e captar uma energia cósmica quem vive junto não tem. Quando estou junto dos meus amigos não tem isso, parece incerto, pq eles sabem que vai terminar, não dominam a demora e conseguem burlar a demora, preciso ser paciente, eu quero ficar mais perto de quem me completa, sem malícia, eu quero acreditar em mim que eu procuro mais pra encontrar antes.
Então precisava ver que a superação de posicionamento que eu já esperava verificar fosse mais humana e que todos que se identificam diferentes entre si conhecessem o começo dessa curva na sua personalidade, olhando através do sol não dá pra ser igual e terminar sozinho, ia ser assim e o que possa mudar é o valor dado a quem preza a sua existência.
Monday, February 25, 2008
Reflexões
Eu fiquei vendo aonde a índole humana vai bater em portas, e sentir-me tão desnaturada é uma força que eu começo a entender melhor com o passar dos anos desta vida secreta.
Vou andando pela estrada, equipada das mochilas que meu modelo aspirou e por isso não posso dispensar a figura gatuna do caroneiro que come até o que anda desde que acompanhado de fogo.
Eu vim passando por regiõestristes e imbernadas na religião e portanto, desmistificada agnose.
Estive conversando com umas pessoas fortes que não dão o braço a torcer e se for pra ajudar têm suas cartas na manga no actual sentido tipográfico, topográfico, litográfico das emanações celestes e cada recepto-palativas ao alcance de um belo hall de discussões geológicas do alcance em si.
Eu não sei ser poeta enquanto escrevo, essa pequena morte afasta o alvo e no lugar de voltar pra casa eu volto nas minhas certezas e isso é um apelo ao meu insucesso.
Para o caso de eu ser uma pessoa mais bonita, o acesso a outras esferas sociais seria evidente assim como é visível o abismo que me acometeu.
E eu insisto e procuro não ser a + teiomosa das criaturas porque todos dão quando podem me oferecer o que me alimentar.
As ofensas são o ar que eu respiro, a agressividade não se manifesta em mim mais, ainda a ferroada de um bicho no ouvido do desconhecido.
Eu vejo que o céu se deforma quando percebo uma familiaridade do lugar. É mais preciso a solidez do esquecimento do local e nessa vontade perder-se as contrações do tangível até o inconsciente coletivo, pra quê?
Essa imagem que tem polos e acaba com a substância divina, remonta o globo em busca daquela lua cheia... E tanto afastado da cidade a concordância com os atos, fatos novos e aconteça o que vier parece que Deus anda em paz em correntes de harmonia.
Monday, February 18, 2008
Florianópolis - Costa de Dentro
Quem é rico se ficar pobre, aprende a sobreviver. Quem é pobre se ficar rico, não consegue nem se virar.
O fato é que pra viver e ser feliz de verdade o sujeito tem que ser digno de sua posição no ambiente.
Passei o dia todo melhorando de um porre de cachaça de Alambique. Durante a manhã precisei economizar algumas unidades do meu cartão telefônico que solidariamente tinha ficado sob comando do meu amigo civil, Tom. E sem nem ligar no telefone publico vim negociar seis pães pelo preço de cinco, ou um caixo de frutas matinais ou um par delas, banana fósforo-potássicas.
Tava afim de encontrar, como sempre procurar uma centelha comunicativa que eu logo comecei a achar em meio a fome.
Muito desejo de comer pode ser uma fome de saber sentir as dores estomacais e se encontrar com mais gente por causa da ânsia. Será que a caridade, a verdade é bonita, auxilia o próximo sem esbarrar?
Sim, tortinhas de maçã a vontade no Restarante da avenida. Este mundo é muito mais que os rigorosos passistas comprometidos com o serviço podem direcionar. Este mundo é a aflição de um dia seguinte amenizado pela TV. Este mundo de graça dá o que comer pra quem tem na forma de se comportar uma inteligência a mais do que quer que seja dedicar-se a um ideal de beleza. E na praia da Armação se come peixe gordinho que se pede pelo nome de Anchovas, uma doce delícia que estava sendo encostado por uma abelha, eu comi, e não me envenenei e eu bebi um suco de maracuja e não gostei.
Fiquei andando em torno da mesa das moças e idosas que pregavam uma mesa de bingo, tive alusões oníricas de firmar os pés em posição teatral e chamar uma soda. Não consegui parar de pensar no jeito gracioso e trágico do Everton mastigar doces e rir de boca aberta que lhe dou um tapa na boca, ando tão agressiva...
Depois encontramos uma paraiba inca que pagou-me um l. de refrigerante de colae dividiu um torrone por três e a coca por quatro, mais a frente com os donos da casa na Costa de Cima do Pântano do Sul onde deito pra dormir e acordo todos os dias desde o dia 7 de Fevereiro.
Chegando em casa o garoto, amigo nosso, comia xiclete que encontrara no lixo. Não há beleza na miséria e o que eu pus em ordem é afirmativamente sentido para mobilidade social.
Tuesday, January 15, 2008
Sobre o meu último vício amoroso.
Consumismo mesmo, muita vodka com frutas vermelhas, diante do largo do clipper eu falava que tinha gosto de sabonete e já no estacionamento do shopping viramos no carrinho tomando mamadeira de coca-cola light.Foi quinta-feira que tomei doses fitoterápicas de caipirosca e tombei na avenida principal com nome de escola de samba, Portela.
Em casa, no fim da tarde, precisava captar melhor o sol que bate na sacada do meu quarto. Vestida taticamente pra fugir pelas beiradas de um abalo nervoso, era minha mãe a grande responsável pelo êxtase crepuscular, e ela batia na porta, eu abria a porta sem meu tubo de ensaio, a garrafa torcida, a mostra. o pouco que ela teve constatado não bastava e efusivamente inoculou que voltaria mais tarde ver uma certa coisa que estavamos Mick e eu provocando.
(...)
Acabou assim, como eu estava de estômago vazio bati nela, um safanão, chamaram polícia, eu desci, saí correndo pra casa da minha tia, pelo menos pra ver meu cabelo mais iluminado, e tio Paulo veio ao meu encontro, conversamos e rimos muito, ele então se juntou aos policiais. Mick se juntou ao batalhão, eu andava com tanta agilidade q. rapinava safanões em seu rosto.
Fomos embora juntos, mas ele dizia que não eu me ajoelhava e caia na calçada, sobre meu último vício amoroso, nenhum hotel na lapa nos hospedava, na portelinha da S.João ficamos no Hotel A. do Sul que no dia seguinte serviu o melhor café da manhã com café, leite, bolo de milho, rabanada, manteiga pão e frios, além da frutinhas, o queijo, presunto e a mortadela servidos fatia por fatia.
Dai fiz as malas e tentei alcançar a caravana pra Santa Catarina, levei aqueles lençóis, roupa de cama, umas blusas com strech pro vão do MASP, logo os amigos viram ao nosso encontro e descemos pra casa do ton, esperá-lo.
Uma garrafa de Wisky Passaporte ele trouxe aos trancos e barrancos do seu jantar elitista com Élio, foi suportável, todos de saida mas Michel na bancarota idealizando a realidade desfocada inconformada da sua face bonita, eu tinha uma rosa negra, um colete vermelho, àquela altura vestia regata e meu chapéu de crochê negro, e tudo formal num ponto sintático de superação, como não podia deixar de ser eu dormi
no quarto que ton abandonou, na manhã do dia seguinte saímos andando procurando uma sinagoga, catedral ou créche pra nos dar um prato de canapé um copo de vodka, uma papa de bebê mas havia caido tudo por água e só no sábado que comemos especialidades árabes.
Eu queria ter 300 reais pra ficar por quinze dias em Florianópolis, eu quero ser livre pra me chamar brasileira mas acabei vindo embora pra casa já com a polícia resgatando-me das luxurias emotivas do Mi, enquanto com uma faca ele quebrava a mão e poderia mas não empunhou, agora estou em casa, planejo sair pra praia, retomei o ensaio de violão cantarolando Simone e Milton N. e por ser vício desconheço a estrada e canto por costume, e só imagino uma corda cósmica por onde evasa a minha virtude tática.
Wednesday, January 09, 2008
A loira que dorme em mim não viu um alqueire.
Exatamente o que eu tenho a dizer por esse ano que começa são votos da progressão de um processo de encontros e despedidas onde pessoas vivem altos e baixos e consumam no coração o que a mente não vai mais entender.
E se ficamos reunidos as vezes precisamos um do outro e o encaixe se torna pavoroso, pode ser que não compensa grande amor e assim sem saber o coração existe e pensa a vontade.
Os pensamentos são compreensíveis até mesmo terríveis, e acomodam um bom convívio. Nossa carga intelectual sofre interferência da tolerância da mente sobre a emoção. Precisamos nos calar, existimos pra mudificar no lugar de confundir mais aquele que compreende nosso anceio e deste faz bom uso e pra essa indulgência faz perder um pouco o valor do espaço abstrato do motivo geral. Silenciosamente eu sinto um sentimento em potencial, que meu coração pulsa todos os poros do meu corpo e meu cérebro tensiona meus musculos e minha alma vibra o espaço que ocupo.
Quando estou carente e vejo que não tenho espaço na cidade, a minha voz não tem vez de solidificar um desejo eu começo a fazer reviver os meus ídolos, mortos por seus temperamentos idônios.
Pois eles não tinham em casa tipo os animais em tocas, as falas em tom baixo do dia-a-dia. Eles eram exagerados pois sabaiam que a morte os atingiria com uma noite mal dormida, uma festa sem saída, um encontro desmaracado, um coração cupido e depois eles manipulando as palavras assentadas na grande causa agrária iluminavam pessoas verbais. Até, frutos desse mundo, frutificado, florecido, polinizado, encerado, pessoas de carne e pulso, emigrarem.
Acontece que as divisões do trabalho evoluiram e a tecnologia aproximou esses ídolos não de mim que sou pura metafísica, mais perto dos trabalhadores e nossos convivas vêm isso e não sentem que o canto geral alegra o coração, que dá boas vindas a 2008, o pulso não sabe, sente o que eu sei que é de 08 e o presidente ora 1998+10 do Cristo morto e, por Deus, ressucitado.
Friday, December 14, 2007
Rítmo Frenético
Essa saraivada vai para Luba, pára essa que atravessa a rua e avisa-lhe que tudo passou que, negativo, não vai mais dar aperto no pé e já foram assinalados os maroquinos. Hão de morrer em causo diferenciados, hão de fechar o rosto em cizo desta vez por fome, Luba. E quando asseguralhem a razão, Luba, nessa hora não seguraram no mastro e nem cantaram as verdes matas, belas e sempre tão vistosa, encomendaram o fogareiro.
Partido nem ajuda nessa hora, os mestres se queimaram e nunca, jamais se envolveram. Nos assentamos. Colaboramos tanto e chega agora a hora de sapatinho de couro e sola rasa, Luba, você aí sem sequer um casaco. Luba não se esgote, nem se afete mas, todavia, não jamais se afeiçoe às mudanças que vem por aí pois seu projeto de nutrição nos deixou aqui, descalços.
O jeito é se emancipar, o sr. vê comigo um jeito de atuar e é esse comprar birds, commodities e royalities_ Ou deixar, até mesmo, a banca tomar conta e ser, bem, o jornaleiro. Já pensou? Uma jornada na cidade sitiada?
Tuesday, November 13, 2007
noble a la rose
Aqui cabe ressaltar características da minha maneira de ser e agir, perspassando características primais e uma cabal. A do fenômeno dramático primordial é a este simbólico processo do coro da tragédia e sua explicação homérica de que vê com o olhar contemplativo, fora de si próprio.
A separação da orquestra e cena pela passagem de encenação coral e dramaticas, na medida em que a minha dança corporea dos tons timbrantes separam - se do canto e caminham para uma situação de representação. Em cena a onírica apolínea em que os figurantes são anteriores aquilo que representam e atuam para outros que não eles próprios. Assim a dança faz parte de dois conjuntos de forma que introduz formas simbólicas de encenação no coral em uma esfera de representação dramática.
A transição da ORKHÉSTRA para a SKENÉ corresponde à passagem dionisíaca de representação (realidade de si mesmo) para a apolínea (visão do sonho).
Sobre mim encontro as metáforas da dança do som e da palavra apenas da visão que ressalta a minha idéia de "coro".
Tuesday, October 30, 2007
Partido Alto
Eu vi o seu jeito de se comparar com o casal do seu amigo com a pestinha lolita, ela é mesmo imprevisível e tem uma família jovem, pra frente. Mas ela é o seu Martírio, ela tem controle sobre você, é a vítma do seu pacto de amizade e consolação.
Mas nessa escola eu já me diplomei e vejo os primeiros erros dessa ninfeta somarem-se aos primitivos desejos de Jade. De um angulo, assim comparativo, dá pra afirmar que o relacionamento deles é uma pedra no seu caminho.
Tuas imposições beat-nick são as palavras incluídas na filosofia da moeda. As nossas existências vão e vem e o dinheiro fala com mais valor que as áureas no meu caminho.
Tenho aqui nas Regiões e Geografia o que torna o pensamento econômico o corpo dos debates de inclusão e debando no seu movimento.
É que o próprio socialismo não foi bem aceito na Alemanha fusileira, e que pra o mundo ariano as negociações são de caracter extra-econômico quando na realidade temos uma conjuntura de hiper envolvimento econômico com cada indivíduo de um Estado.
Há profundidade em nos alcançarmos no pensamento. Mas as falhas impedem a justiça que nos alcança o poder; é quando o erro ergonômico toma o perfil na rota toda. Juntos podemos pensar mais a parte que cabe ao próximo em magnetizar uma estrutura de caracter, até que não sobra nada ou quase nada pra evidenciar.
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